O acidente com o ônibus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que caiu em uma ribanceira na manhã de quinta-feira, 4, na RSC-453, em Imigrante, no Vale do Taquari, deixou sete mortos confirmados até o momento e dezenas de feridos. Equipes de resgate continuam atuando no local para localizar possíveis novas vítimas.
Segundo a comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários de Imigrante e Colinas (Imicol), Caroline Hauschild, há possibilidade de mais pessoas estarem debaixo do ônibus. “Ainda tem chances de ter vítimas embaixo do coletivo”, afirmou. O veículo será destombado após a retirada de todos os corpos visíveis, para que a área seja completamente vistoriada.
Até agora, quatro corpos foram retirados do local do acidente. Outros três permanecem presos nas ferragens, no interior do ônibus. A operação é delicada, por conta da instabilidade do terreno e da posição do veículo.
O ônibus transportava 31 estudantes, três professores e o motorista, todos ligados ao curso técnico em Paisagismo da UFSM. Eles seguiam para uma visita técnica ao Cactário Horst, quando o coletivo teria perdido os freios na descida da Berlim e caído de um penhasco. A estrada é conhecida por curvas acentuadas e forte declive.
Atendeu 18 pacientes.
Quatro tiveram alta
Dois foram transferidos para Lajeado
Permanecem 12 internados:
11 mulheres e um homem, com idades entre 24 e 64 anos
Está com quatro pacientes internados:
Mulher, 55 anos – estado grave
Homem, 26 anos – estado grave
Mulher, 37 anos – estável, mas inspira cuidados
Mulher, 33 anos – estável, também inspira cuidados
Cinco pessoas seguem internadas:
Homem, 42 anos, condutor do ônibus – estável
Homem, 35 anos – estado grave
Mulher, 39 anos – estável
Mulher, 55 anos – estável
Mulher, 60 anos – estável
Homem, 53 anos – teve alta
As equipes de saúde alertam que o quadro de alguns pacientes ainda é delicado e requer acompanhamento constante. O atendimento hospitalar foi reforçado nas cidades atingidas e parte das cirurgias e consultas eletivas foi suspensa para priorizar os feridos.
A Polícia Civil e o Instituto-Geral de Perícias (IGP) seguem com os trabalhos de investigação para esclarecer as causas da tragédia, considerada uma das mais graves envolvendo estudantes no Estado nos últimos anos.