O seguro viagem tem se consolidado como um item essencial para quem planeja viagens internacionais. Além de ser obrigatório para entrada em países que integram o Tratado de Schengen, como Alemanha, França e Itália, e em outros destinos como Cuba e Venezuela, a contratação dessa apólice é uma medida preventiva que pode evitar transtornos financeiros e logísticos para os viajantes.
Essa obrigatoriedade tem como objetivo proteger tanto os turistas quanto os sistemas de saúde locais, que não precisam arcar com custos de atendimento a estrangeiros. Segundo Luciano Bonfim, diretor comercial da Vital Card, países como os Emirados Árabes exigem a modalidade de proteção até mesmo para a obtenção de visto.
“Além disso, Tailândia e Argentina, por exemplo, tornaram obrigatório o seguro com cobertura para COVID-19 após a pandemia. Embora a exigência tenha sido flexibilizada, a contratação ainda é fortemente recomendada”.
Com o aumento do turismo global e a conscientização sobre os benefícios da proteção para viagens, o mercado segue em expansão. De acordo com a Mordor Intelligence, o setor deve alcançar USD 36,24 bilhões em 2029, refletindo o aumento da demanda pela modalidade.
Esse crescimento tem acompanhado o aumento do fluxo de turistas. Um estudo realizado pelo WTM Global Travel Report, divulgado pelo portal Mercado e Eventos, aponta que o turismo global alcançou uma marca histórica com 1,5 bilhão de chegadas internacionais. A projeção indica ainda que, até 2030, esse número pode crescer mais de 30%.
Benefícios do seguro viagem
Embora a lista de países que exigem a modalidade seja extensa, o seguro viagem tem se tornado uma ferramenta indispensável para garantir segurança e tranquilidade em qualquer destino. O diretor comercial da Vital Card explica que é importante analisar a apólice no momento da contratação e conferir as principais coberturas oferecidas.
“O seguro viagem oferece uma ampla gama de coberturas que vão além da assistência médica para doenças preexistentes ou gestantes, como indenização por extravio de bagagem, repatriação sanitária, assistência em cancelamento ou interrupção de viagem e assistência jurídica”, destaca Bonfim.
Ele alerta que mesmo não sendo exigido em países como os Estados Unidos, por exemplo, a contratação do seguro viagem é altamente recomendado devido aos custos médicos elevados. “Uma simples consulta pode custar centenas de dólares. Já uma internação pode ultrapassar US$ 10.000 por dia”.
“Viajar com seguro não deve ser encarado apenas como uma exigência legal de alguns países, mas como uma forma de garantir que qualquer imprevisto não se transforme em uma grande dificuldade. Para os brasileiros, a contratação de uma apólice adequada ao destino é fundamental para evitar problemas na imigração e garantir suporte em situações adversas”, finaliza.
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